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Natureza divina

Capítulo Nove - A Pessoa do Deus-Homem

Cristo é um Deus perfeito e um ser humano perfeito. Ele uniu em sua pessoa a essência da divindade e a essência da natureza humana, a qual ele tomou tudo, um corpo e uma alma racional, tudo o que ele tomou para santificá-la. . A verdade é que ele era perfeito, ou seja, possuía toda a natureza divina, e me tomou por inteiro, ou seja, tomou toda a natureza humana. Ele uniu todos com todos para conceder a salvação a todos, isto é, a toda a natureza, porque o que não é tomado não pode ser curado.

Capítulo Quatro - O Deus da Publicidade

O homem não poderá conhecer a verdade divina, ou seja, não poderá conhecer a essência de Deus. Ele conhece apenas as ações incriadas de Deus, ou seja, Seus efeitos. Mas a tradição da igreja e a Bíblia falam sobre aparições específicas de Deus, a mais importante das quais é a Sua aparição a Abraão na forma de três anjos. Os Padres da Igreja dizem que este evento é a primeira aparição da Santíssima Trindade no Antigo Testamento

Capítulo Três - Atos Divinos

Devemos, portanto, distinguir entre a essência de Deus e Suas ações divinas. O homem não pode conhecer a essência de Deus, mas pode conhecer suas ações ou habilidades que são inseparáveis de sua essência. É por isso que os pais o compararam a um raio de sol que funciona fora do seu alcance (o sol), embora não esteja separado dele.

Gregório de Nissa

Gregório de Nissa

Não temos dados suficientes sobre os detalhes de sua vida, mas podemos traçar suas etapas por meio de informações espalhadas em seus escritos, desde cartas 

Capítulo Um: Pensamento Bíblico Perdido

Os sacerdotes de Cristo não devem pregar, pelo menos no púlpito, as suas próprias ideias porque as mãos são impostas sobre eles na igreja para pregar a Palavra de Deus. O Evangelho de Jesus Cristo lhes é entregue e a mensagem eterna e única é depositada neles. Portanto, espera-se que eles divulguem e preservem “a fé dada aos santos”.

Lázaro sábado

O jejum, em seu sentido exclusivo, termina na sexta-feira seguinte ao quinto domingo da Quaresma, quando termina o período de quarenta dias. O período de dor se estende

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